Ferramenta gratuita · Capital de giro · Kamino
Calculadora de Capital de Giro
Descubra em segundos se a sua empresa tem fôlego de caixa para os próximos meses.
Informe as contas do curto prazo e veja o diagnóstico na hora, conforme digita.
O que é a calculadora de capital de giro
É uma ferramenta gratuita que mostra, a partir das contas de curto prazo da sua empresa, quanto fôlego de caixa ela tem para os próximos meses. Você informa o que entra e o que sai em até 12 meses e ela mostra na hora o capital de giro e o diagnóstico da empresa. Outros três indicadores — a liquidez corrente, o índice de capital de giro e a necessidade de capital de giro (NCG) — são liberados ao preencher o formulário, junto com o relatório completo em PDF.
Não é uma simulação de crédito nem substitui a análise do seu contador: é um diagnóstico rápido, com a leitura que um financeiro faria dos seus números, para você saber se precisa agir e por onde começar.
Como usar a calculadora
Preencha as contas de ativos circulantes (o que vira dinheiro em até 12 meses) e de passivos circulantes (o que precisa ser pago no mesmo período), conta a conta. Os números você encontra no balancete ou no relatório do seu sistema financeiro. O resultado aparece conforme você digita: não há botão de calcular. Se não tiver os valores à mão, use um dos exemplos prontos por cenário de empresa para entender o funcionamento.
Como interpretar o resultado
A leitura usa a liquidez corrente (ativos circulantes ÷ passivos circulantes), que funciona bem para empresas de qualquer porte:
- Positivo (liquidez ≥ 1,3): há folga confortável para as obrigações de curto prazo. O desafio é manter o controle conforme a operação cresce.
- Apertado (entre 1,0 e 1,3): a empresa cobre as contas, mas com pouca margem. Um atraso de recebimento pode apertar o caixa.
- Negativo (abaixo de 1,0): as obrigações superam os recursos disponíveis. A operação precisa de caixa para se sustentar.
O que fazer quando o capital de giro está negativo
Capital de giro negativo não significa que o negócio vai mal: é comum em fases de crescimento, quando o estoque e os prazos de recebimento consomem caixa antes de a receita entrar. Mas exige ação — revise prazos de pagamento e recebimento, controle o estoque e avalie uma linha de capital de giro para sustentar a operação sem sufocar o caixa.